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Capacitação rural: o caso do SAI – Sistema Agroindustrial Integrado do Sebrae/SP – módulo de Araraquara
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Campos, Ricardo Luiz Sapia De |
| Copyright Year | 2008 |
| Abstract | O trabalho que desenvolvemos no pós-doutorado busca mapear e entender as experiências de capacitação profissional promovidas pelo SAI – Sistema Agroindustrial Integrado do SEBRAE, módulo de Araraquara – SP. Alguns pontos são perseguidos na nossa investigação de pesquisa, a saber: concentração produtiva em territórios, vocação produtiva local, organização do trabalho em pequenos núcleos de produção rural, construção de novos mercados, conhecimento como força produtiva. Nos últimos anos intensificou-se o surgimento de focos de produção que valorizam o “local” como ambiente privilegiado da produção. Este local, algumas vezes tido como aglomerado produtivo ou Clusters, (MONIE; SILVA, 2003), outras como distritos industriais, (BECATTINI, 1998) apresenta alguns fatores e características comuns que facilitam, possibilitam e proporcionam novas e distintas formas produtivas e de organização do trabalho. Chamamos distintas por fugirem completamente da perspectiva do mercado massificado e da antiga organização do trabalho (CAMPOS, 2004b). Estes, chamados novos territórios produtivos, quer seja por mero fator de reorganização da produção, investimento político-institucional, ou ambos, aparecem como locais privilegiados, uma espécie de laboratórios de pesquisa (COCCO; URANI; GALVÃO, 1999). As características internas destes territórios como equilíbrio entre cooperação e disputa, interdependência, comunicação etc., bem como as externas, ou seja, a maneira que tais territórios produtivos se relacionam com o “mundo”, bem como com outros territórios constituídos aponta tanto a importância, quanto a especificidade destes novos territórios produtivos (RULLANI, 2002). Pensamos a emergência e constituição destes territórios dentro do que aqui podemos chamar de “fluxo de globalização” (VEIGA, 2005). Quando a dinâmica produtiva de muitos (ou dos) Estados Nacionais passa a ser definida no contexto da economia global, os novos territórios produtivos, definidos, ou então melhor definidos em suas características internas, como células produtivas, entram no fluxo da globalização, cristalizados como laboratórios produtivos. Relacionando-se, porém, aplicando uma espécie de filtro nas influências positivas e negativas trazidas pelo fluxo da economia aberta (CAMPOS, 2004a). Uma das características destes territórios é valorizar, criando e recriando a sua vocação produtiva. A definição do que e como produzir sempre está fortemente relacionada com valores e saberes locais ligados à tradição. Todavia, esta tradição não é algo que se revitaliza, ou simplesmente se atualiza, mas que na relação com a precisão racional das conquistas técnico cientificas, cria algo de novo abrindo para a sua própria redefinição (BAGNASCO, 1999). Na condição de laboratórios produtivos que se definem, formam fortes laços não de dependência, mas de relação com o, digamos assim, grande mercado produtivo constituído, e com as antigas formas produtivas e de organização do trabalho. Sendo assim, não dependem |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.32760/1984-1736/REDD/2008.v1i1.1081 |
| Volume Number | 1 |
| Alternate Webpage(s) | https://periodicos.fclar.unesp.br/redd/article/download/1081/888 |
| Alternate Webpage(s) | https://doi.org/10.32760/1984-1736%2FREDD%2F2008.v1i1.1081 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |