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Revisão Do Diagnóstico De Enfermagem Risco De Olho Seco
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Botarelli, Fabiane Rocha Araújo, Jéssica Naiara De Medeiros Fernandes, Ana Paula Nunes De Lima Araújo, Mércio Gabriel De Júnior, Marcos Antônio Ferreira Vitor, Allyne Fortes |
| Copyright Year | 2017 |
| Abstract | Botarelli FR; Araujo JNM; Fernandes APNL; Araújo MG; Ferreira Júnior MA; Vitor AF Introdução: A proposta deste estudo parte da recomendação da taxonomia da NANDA-I para desenvolvimento e aperfeiçoamento de diagnósticos aplicáveis na prática clínica. Objetivo: revisar o diagnóstico de enfermagem Risco de Olho seco da NANDA-I. Método: Estudo metodológico que partiu do constructo teórico produzido por meio do refinamento da análise de conceito sobre olho seco, construção das definições conceituais e operacionais dos fatores de risco, articulados com os resultados da validação clínica operacionalizada por meio de um estudo de coorte prospectiva. Resultados: Quanto ao título e definição do diagnóstico, 66 conceitos foram analisados e comparados com a definição da NANDA-I. Ponderou-se que o núcleo conceitual necessita de representação válida para o conhecimento em enfermagem e a mudança para ressecamento ocular posiciona o fenômeno para uma resposta humana e não uma doença e alinha a terminologia com a proposta de intervenção da taxonomia da NIC. Quanto à definição, recentes estudos evidenciam conflitos conceituais mediante sua complexidade e variação em diferentes populações. A primeira alteração proposta foi “desconforto ocular e/ou dano à córnea e à conjuntiva” pelas evidências de sinais e sintomas que se alternam ou também coexistem. A segunda proposta foi “devido à diminuição de produção e/ou aumento de evaporação que pode alterar a qualidade das lágrimas”. Ambas as condições alteram a quantidade do volume lacrimal e podem interferir na qualidade pela instabilidade do filme lacrimal, e se persistente, ocasionar a hiperosmolaridade lacrimal com potencial dano à córnea e à conjuntiva. Logo, foi proposto um novo título de Risco de Ressecamento ocular com a seguinte proposta de definição: “Vulnerabilidade a desconforto ocular ou dano à córnea e à conjuntiva devido à diminuição de produção e/ou aumento de evaporação lacrimal, que pode alterar a qualidade das lágrimas para manter a integridade da superfície ocular e comprometer a saúde”. Com relação aos fatores de risco, estes foram alocados em seis categorias: histórico de saúde, exposição ambiental, alteração dos mecanismos de proteção ocular, assistência ventilatória, agentes farmacológicos e tratamento cirúrgico. Após a validação clínica em pacientes internados na UTI, os fatores da NANDA-I que tiveram associação com a ocorrência do ressecamento ocular foram: lagoftalmia (p>0,041; RR: 3,51); ventilação mecânica invasiva (p>0,002; RR:2,18); redução ou ausência do reflexo espontâneo de piscar (p<0,037; RR=0,60); quemose (p<0,06; RR=4,94); agentes farmacológicos: sedativos (p<0,001; RR=10,83); analgésicos opióides (p<0,001; |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.17648/enipe-2017-60397 |
| Alternate Webpage(s) | https://proceedings.science/proceedings/80/_papers/60397/download/abstract_file1 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |