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Análise Ocular Em Pacientes Com O Diagnostico De Enfermagem Risco De Olho Seco Em Terapia Intensiva
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Araújo, Jéssica Naiara De Medeiros Botarelli, Fabiane Rocha Fernandes, Ana Paula Nunes De Lima Araújo, Mércio Gabriel De Silva, Hanna Priscilla Da Vitor, Allyne Fortes |
| Copyright Year | 2017 |
| Abstract | DE OLHO SECO EM TERAPIA INTENSIVA Araújo JNM; Botarelli FR; Fernandes APNL; Araújo MG; Silva HP; Vitor AF. Introdução: O Diagnóstico de Enfermagem (DE) Risco de olho seco da NANDAInternational (NANDA-I) é definido como vulnerabilidade ao desconforto ocular ou dano à córnea e à conjuntiva proveniente de uma deficiência quantitativa e/ou qualitativa do filme lacrimal, responsáveis pela hidratação do olho, que pode comprometer a saúde. Pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estão predispostos ao desenvolvimento do ressecamento ocular por apresentarem situações clínicas que necessitam de múltiplos medicamentos, suporte ventilatório e demais equipamentos para manutenção da vida. Assim, a análise e verificação da superfície ocular tornam-se de grande importância para detecção, prevenção e implementação de medidas terapêuticas no sentido de prevenir o agravamento e aparecimento de lesões oculares mais graves. Objetivo: Analisar a superfície ocular de pacientes com o Diagnóstico de Enfermagem (DE) Risco de olho seco internados em Unidade de Terapia Intensiva. Método: Trata-se de um estudo transversal desenvolvido na UTI de adultos de um hospital universitário público. A amostra foi constituída por 206 pacientes. Foram utilizados os seguintes critérios de inclusão: pacientes com tempo de internação na UTI superior a 24 horas, idade igual ou superior a 18 anos. Os critérios de exclusão foram: uso de medicamento ocular tópico, pacientes com agitação ou em situações de emergência durante a coleta de dados. Os dados foram coletados entre janeiro e julho de 2016. A inferência quanto à presença do DE foi realizada por um par de enfermeiros diagnosticadores. Para análise dos dados, utilizou-se a estatística descritiva e inferencial. Obteve parecer favorável do Comitê de Ética em Pesquisa sob número 918.510 e CAAE 36079814.6.0000.5537. Resultados: Dos 206 pacientes, 52,4% eram do sexo masculino com idade média de 58,41 (±14,98) anos. 43,3% eram aposentados e 88,2% eram praticantes de alguma religião. Da amostra total, 47,6% dos pacientes apresentaram o DE em estudo. Em relação às análises oculares com o DE Risco de olho seco, foram observadas as seguintes relações: hiperemia (valor p: <0,001/ RP[IC]: 0,41 [0,31 ; 0,55]; secreção mucosa (valor p: 0,147/ RP[IC]: 0,76 [0,51 ; 1,13]); edema palpebral (valor p: 0,001/ RP[IC]: 0,47 [0,28 ; 0,78]); quemose conjuntival (valor p: 0,154/ RP[IC]: 0,79 [0,57 ; 1,10]); lagoftalmia (valor p: 0,126/ RP[IC]: 0,74 [0,49 ; 1,12]). Assim, existiram diferenças estatísticas entre o DE Risco de olho seco com a hiperemia e edema palpebral. Ao analisar a razão de prevalência, a ocorrência do DE Risco de olho seco é 41% menor na presença de hiperemia e 47% menor na presença de edema palpebral. Conclusões: |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.17648/enipe-2017-60387 |
| Alternate Webpage(s) | https://proceedings.science/proceedings/80/_papers/60387/download/abstract_file1 |
| Alternate Webpage(s) | https://doi.org/10.17648/enipe-2017-60387 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |