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RDC 7: Conhecimento do enfermeiro de unidade de terapia intensiva
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Vaz, Edson Muzi Oliveira, Fernanda Souza De Visentin, Angelita Montezeli, Juliana Helena Hey, Ana Paula Brey, Christiane Caveião, Cristiano |
| Copyright Year | 2014 |
| Abstract | This study aimed to identify the knowledge of nurses in intensive care unit about the adjustments to be followed by the RDC 7. This is an exploratory study with a descriptive and quantitative. The participants were seven nurses working in a hospital ICU of a large city of Curitiba. All participants know the RDC 7, but to ask about your content related to some key items for the operation, the number of hits was at 62.07%, the minimum requirements for continuing education 78.55% agreed and only 17 86% know the necessary 1 Enfermeiro. Egresso das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL). 2 Enfermeira. Egressa das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL). 3 Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Doutoranda em Enfermagem pela UFPR. Professora Pesquisadora II das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL). 4 Enfermeira Emergencista. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professora Assistente no Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina (UEL). 5 Enfermeira Estomaterapeuta. Docente da Faculdade Evangélica do Paraná e da Universidade Tuiuti do Paraná. 6 Enfermeira. Especialista em Saúde Pública e Formação Pedagógica na Área da Saúde. Docente das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL). 7 Enfermeiro. Mestre em Biotecnologia pela Faculdade Pequeno Príncipe (FPP). Professor Pesquisador II das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL). Endereço: Rua Comendador Fontana, 28 Centro Cívico, Curitiba – PR. E-mail: cristiano_caveiao@hotmail.com Cadernos da Escola de Saúde 103 Cadernos da Escola de Saúde, Curitiba, v 2: 102117 ISSN 1984-7041 materials that should be available for the customer service. For it is a law, it is necessary for nurses to seek updates on current legislation with its area of operation so that it can provide safe care to clients in this sector. Descriptors: Nursing; Professional Competence; Intensive Care Units. INTRODUÇÃO A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi criada com o objetivo de concentrar três componentes críticos: os doentes mais graves, o equipamento técnico mais caro e sofisticado e a equipe com conhecimento e experiência para cuidar desses pacientes e lidar com essa aparelhagem específica (1) . No passado, Florence Nightingale durante a guerra da Criméia permitiu uma assistência mais direta e eficiente, diminuindo drasticamente as taxas de mortalidade e infecções entre os soldados ingleses hospitalizados. Desta forma, implantou-se a separação dos leitos por complexidade, destacou-se a higiene e profilaxia através da lavagem adequada das mãos. Este processo precedeu o que resultou nas atuais UTIs, nas quais os pacientes são reunidos em um mesmo espaço, racionalizando assim o tratamento (1) . Nesta mesma década, as instituições sofreram um salto qualitativo, o que facilitou o diagnóstico e o tratamento das doenças. Como consequência, houve um aumento do número de internações hospitalares dos pacientes que necessitavam de cuidados mais específicos, pelo seu grau de complexidade e medidas de suporte para manutenção de suas vidas. Essas medidas de suporte (tecnologias) requeriam mão de obra cada vez mais qualificada (1,2) . A partir de 1950 houve um crescimento exponencial na abordagem terapêutica de pacientes graves, culminando no conceito de cuidado intensivo, que tem como premissa, a reversão da evolução de uma doença grave não terminal e prevenção à morte (3) . Neste serviço, permanecem internados pacientes graves, com ou sem estabilidade hemodinâmica. Estes necessitam de assistência à saúde ininterrupta nas 24h por uma equipe diversificada de profissionais de saúde que incorporam constantemente tecnologias relacionadas a equipamentos e medicamentos, necessários e importantes para o desenvolvimento do seu trabalho (4) . Em 2010 a Associação Brasileira de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) iniciou um censo das UTIs, que revelou dados importantes sobre a realidade do Brasil. O estado do Paraná apresentou índice de 1,7 leitos por 10 mil habitantes, quarto lugar entre os Estados com bons índices de leitos de UTI. No Brasil indica um número insuficiente de leitos e abaixo Cadernos da Escola de Saúde 104 Cadernos da Escola de Saúde, Curitiba, v 2: 102117 ISSN 1984-7041 do recomendado pelo Ministério da Saúde (MS) (5) . A UTI é identificada como um subsistema dentro do hospital, sendo considerada um dos setores de maior complexidade de organização. Apresenta-se como cliente de várias áreas e presta serviços ao corpo clínico, centro cirúrgico, pronto atendimento, setores de internação, tendo como cliente externo mais importante o paciente, clínico e/ou cirúrgico (6) . Atualmente, o sistema de gestão utilizado em UTI deve ser sistematizado. Este deve respeitar os fundamentos da administração, como valorização de recursos humanos, visão estratégica, qualidade centrada no cliente, foco em resultados, comprometimento administrativo, visão de futuro, valorização das pessoas, ação proativa e aprendizado contínuo (1,6) . A meta de qualidade nos diversos serviços oferecidos à sociedade tem sido cada vez mais valorizada, com consequente otimização de resultados. No âmbito da saúde, instituições hospitalares têm incorporado tal perspectiva com o objetivo de oferecer assistência de excelência, diminuir custos e assegurar a satisfação da clientela, em qualquer nível de atendimento, inclusive na UTI (7) . As UTIs são unidades que consomem muitos recursos e geram muitos custos, uma vez que nela concentram-se os casos mais complexos. Complementa-se com a execução de procedimentos mais sofisticados, medicamentos de alto custo, além de aturem nela os profissionais com melhor qualificação (1) . Durante muito tempo ocorreram diversas transformações que vieram a ampliar a qualidade do atendimento. Para contribuir nas melhorias necessárias e atender de forma diferenciada aos pacientes que necessitam de cuidados intensivos, a RDC 7 dispõe de regras para diminuição de riscos aos pacientes, familiares e profissionais, com o intuito de proporcionar um ambiente seguro. Para atender a esta demanda e proporcionar qualidade na assistência prestada a esta clientela, foi criada a RDC 7, pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), com o objetivo de dispor os requisitos mínimos para o funcionamento de UTIs. Por este prisma, busca-se a melhoria na qualidade dos serviços e processos. A Resolução RDC no 7, de 24/02/2010, da ANVISA, regulamenta condições para o funcionamento e conceitua as UTIs, conforme o disposto em seu art. 4o, inciso XXVI, como Cadernos da Escola de Saúde 105 Cadernos da Escola de Saúde, Curitiba, v 2: 102117 ISSN 1984-7041 uma área crítica destinada à internação de pacientes graves, que requerem atenção profissional especializada de forma contínua, materiais específicos e tecnologias necessárias ao diagnóstico, monitorização e terapia (8) . Entre outras atribuições compete ainda à ANVISA, controlar e fiscalizar procedimentos e produtos para saúde, equipamentos, imunológicos, hemoderivados e inclui ordenar a formação de recursos humanos na prestação de serviços na área de saúde (9) . Considerando que, a Diretoria Colegiada da ANVISA regulamentou os requisitos mínimos para o funcionamento das UTIs no Brasil em fevereiro de 2010 e, levando em consideração o tempo relativamente curto de vigor da Resolução da Diretoria Colegiada no7, é de fundamental importância às adequações no que concerne o serviço de enfermagem. Diante do exposto, a presente pesquisa justifica-se por ser fundamental o conhecimento do profissional enfermeiro que atua na UTI acerca das alterações propostas pela RDC no 7 de Fevereiro de 2010, a fim de readequar o serviço de enfermagem dentro destas unidades no que diz respeito aos requisitos mínimos para o seu funcionamento, desta forma proporcionar um ambiente seguro e adequado para pacientes graves. Surge então o problema de pesquisa: Qual o conhecimento dos enfermeiros de uma Unidade de Terapia Intensiva, de um hospital privado quanto às adequações preconizadas pela RDC 7? Assim sendo, tem como objetivo identificar o conhecimento do enfermeiro de Unidade de Terapia intensiva a cerca das adequações a serem seguidas pela RDC 7. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Volume Number | 2 |
| Alternate Webpage(s) | http://portaldeperiodicos.unibrasil.com.br/index.php/cadernossaude/article/download/2390/1960 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |