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Comparação do nível de atividade física na vida diária entre pacientes portadores da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) com e sem atividade profissional
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Sant'anna, Thaís J. P. Fontana, Andréa Daiane Oliveira, Natália Helena De Probst, Vanessa S. Brunetto, Antônio Fernando Pitta, Fábio |
| Copyright Year | 2009 |
| Abstract | Estudos sugerem que portadores da Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica (DPOC) apresentam sintomas que podem limitar a capacidade de trabalhar. A literatura internacional sugere que o vinculo empregaticio esta relacionado com o nivel de atividade fisica e a qualidade de vida destes pacientes, evidenciando o fato de que a aposentadoria leva a reducao destas variaveis. Porem, esses estudos foram realizados em populacoes internacionais e nao se sabe se seus resultados se aplicam aos pacientes brasileiros, que apresentam caracteristicas socio-economicas diferentes de populacoes europeias e americanas. Objetivos: Comparar o nivel de atividade fisica na vida diaria (AFVD) em portadores de DPOC brasileiros com e sem atividade profissional e avaliar o impacto desta atividade em varios aspectos da doenca. Metodos: Neste estudo transversal, 35 pacientes com DPOC (12H, 67±8 anos, VEF 1 46±16%pred.) tiveram o nivel de AFVD avaliado objetivamente por 2 monitores de atividade fisica: DynaPort (McRoberts, Holanda) e Sensewear Armband (BodyMedia, EUA). Tambem foram realizados espirometria, teste da caminhada de 6 minutos (TC6min), avaliacao da composicao corporal, forca muscular e qualidade de vida, alem de uma entrevista composta por questoes sobre grau de escolaridade, status socioeconomico, presenca de comorbidades e historico de trabalho, entre outras. Baseado nos dados obtidos na entrevista, os pacientes foram divididos em 2 grupos: com e sem atividade profissional. Resultados: Nao houve diferenca no nivel de AFVD entre os grupos (p>0.05 para todas as variaveis dos monitores). O grupo com atividade profissional apresentou maior TC6min, forca de biceps braquial, triceps braquial e preensao palmar (p?0.05 para todos) e tendencia a maior forca de quadriceps (p=0.09). Conclusao: Pacientes brasileiros com DPOC que mantem atividade profissional nao sao mais ativos na vida diaria do que pacientes que nao trabalham, apesar de apresentarem melhor condicionamento fisico. |
| Starting Page | 45 |
| Ending Page | 54 |
| Page Count | 10 |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/rebrafis/article/download/4184/3372 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |