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Desafios e gratificações do Ensino de Jovens e Adultos na Formação de educadoras feirenses de 1990 à 2000
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Silva, Beatriz Santos Da |
| Copyright Year | 2017 |
| Abstract | A historia educacional brasileira, desde seu inicio baseou-se em uma forma de controle, dominacao social, e em uma sucessao de reformas constantes. E possivel avaliar esse tipo de utilizacao como politica de dominio, principalmente atraves das fases coloniais: dominio jesuitico 1549-1759 (religiao e educacao), reformas pombalinas (1758) e periodo joanino, a partir de 1808, com a chegada da Familia Real e Corte Portuguesa para o Brasil. Ao longo do tempo de formalizacao desse ensino, no que se referia ao ensino basico e principalmente ensino superior, esses recursos eram privilegios das elites, pois, existiam poucas politicas, ainda incompletas, e praticamente nenhum interesse publico que abarcasse segmentos da populacao que nao possuia condicoes financeiras ou tempo para os estudos. E claro que escravos, mulheres livres e sujeitos das camadas subalternas estavam alijados do processo. E possivel identificar a problematica das minorias, que sao tambem parte dessa exclusao. Neste momento, entra a figura das mulheres como educadoras, sujeitos do nosso tema principal de pesquisa, e todas as lidas diarias que dialogam juntamente com sua formacao profissional. E como Simone de Beauvoir, diz: “Ninguem nasce mulher, torna-se mulher”, e possivel problematizar o espaco social dado a ela desde os primordios da historia humana, como por exemplo, Eva, dita a primeira mulher da humanidade, segundo a Biblia. Quando citamos essa frase nao estamos falando de um fator biologico, e sim de toda uma necessidade constante de reafirmacao social do ser mulher, se ela quiser lutar por um espaco que lhe e geralmente negado. E, entao, a educacao da mulher chega nao somente como uma profissao, mas tambem como uma manifestacao de luta por espacos publicos, antes so admitidos aos individuos do sexo masculino. Nesse sentido, reconhecemos que esse avanco compos um arcabouco necessario a construcao intelectual e conscientizacao de muitas mulheres, que passaram a brigar pela conquista de novos direitos. Em uma perspectiva pessoal, coloco em dialogo com essas educadoras, o EJA (Ensino de Jovens e Adultos) que e um programa que atende aqueles que por algum motivo nao concluiram seus estudos na faixa etaria prevista por lei. O Programa EJA representa, portanto, [...] Um poderoso argumento em favor do desenvolvimento ecologico sustentavel, da democracia, da justica, da igualdade entre os sexos, do desenvolvimento socio economico e cientifico, alem de um requisito fundamental para a construcao de um mundo onde a violencia cede lugar ao dialogo e a cultura de paz baseada na justica. (UNESCO, 1997: Hamburgo, Alemanha, sobre o EJA). Os percalcos aqui apresentados, tambem se encontram no ensino regular, porem, tendo um conhecimento da dinâmica desse ambiente, atraves de uma participante desse projeto, fui inquietada a partir de uma curiosidade sobre como se dao essas relacoes professor/aluno (a), e no campo mais especifico, educadora/aluno (a), e quais as trocas de experiencias, que podem contribuir principalmente para a formacao da propria educadora. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.13102/semic.v0i21.2422 |
| Alternate Webpage(s) | http://periodicos.uefs.br/index.php/semic/article/download/2422/1672 |
| Alternate Webpage(s) | https://doi.org/10.13102/semic.v0i21.2422 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |