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Cultura de segurança: estudo exploratório em organização com sistema OHSAS de gestão da saúde e segurança do trabalho
| Content Provider | World Health Organization (WHO)-Global Index Medicus |
|---|---|
| Advisor | Malik, Ana Maria |
| Researcher | Richers, Rosane Schmalz |
| Description | Responsible library: BR66.1 Localization: BR66.1, FM-2, 2009, R39cu; W4.DB8 |
| Abstract | Este trabalho diz respeito a organizações de alto risco de acidente, que, apesar de terem sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho (SGSST) implementado, continuam a ter acidentes. Pesquisadores do problema particularmente do setor nuclear concluíram que as origens dos acidentes estão menos em falhas técnicas do que em falhas organizacionais e humanas, o que corresponde a fragilidades na cultura de segurança da organização. O trabalho procura estudar essa cultura de segurança, definida como conjunto de características da organização que estabelece que sua prioridade máxima são as questões relacionadas com a segurança, acima da produção. O estudo desse conjunto de características de grande complexidade e diversidade de temas de que é composto, como valores e crenças, comportamentos e atitudes, normas e procedimentos é difícil de ser operacionalizado metodologicamente. Mostra-se, aqui, a possibilidade de estudar a cultura de segurança de uma organização pela auto-avaliação de comportamentos de seus empregados, agrupando esses comportamentos em fatores organizacionais considerados indicativos da cultura de segurança (compromisso da alta administração com segurança, sua melhoria contínua, alocação adequada de recursos, comunicação eficaz e transparente, abordagem sistemática da segurança e capacidades e competências). A aplicação de questionário, desenvolvido pelo setor nuclear (IAEA, 2002a), à empresa brasileira com alto risco de acidente resultou na determinação do Índice Médio de Cultura de Segurança e dos Índices de Fatores Organizacionais. Os comportamentos que a pesquisa avaliou como passíveis de melhoria, isto é, todos os que não obtiveram índice máximo de segurança, foram os dos empregados operacionais e supervisores, relacionados à comunicação; melhoria contínua entre empregados operacionais; e capacidades e competências entre supervisores. Já os comportamentos mais seguros foram os de diretores e gerentes, relacionados ao fator alocação... |
| File Format | |
| Language | Portuguese |
| Publisher Date | 2009-01-01 |
| Publisher Institution | Universidade de São Paulo |
| Publisher Place | São Paulo |
| Access Restriction | Open |
| Subject Keyword | Quality Of Life Behavioral Research Occupational Health Risk Factors Safety Management Ohsas 18000 |
| Content Type | Text |
| Educational Degree | Doctor of Philosophy (Ph.D.) |
| Resource Type | Thesis |