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Perfil Dos Pacientes Portadores De Doença Inflamatória Intestinal Em Um Hospital De Referência No Estado De Alagoas
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Júnior, Jason Costa Pereira Lins, Lucas Correias Neto, Manoel Álvaro De Freitas Lins Flores, Nathália Christina Lopes |
| Copyright Year | 2018 |
| Abstract | segmento do trato gastrointestinal. Entre as opções terapêuticas, pode-se lançar mão de agentes imunobiológicos, principalmente em pacientes com doença de atividade moderada a severa. Descrição do caso: Sexo feminino, 30 anos, enfermeira, apresentou anemia ferropriva e diarreia associada a mucorreia há 4 anos. Após colonoscopia, foi evidenciado íleo terminal com mucosa edemaciada e ulcerações recobertas por fibrina, com anatomopatológico apresentando processo inflamatório inespecífico. Foi diagnosticada com DC, Classificação de Montreal A2L1B1 e CDAI 357 (moderada), iniciando-se terapia combinada de Adalimumabe e Azatioprina. Após 5 meses de tratamento, apresentou quadro de cefaléia holocraniana, súbita, intensa, em aperto, com irradiação para região cervical posterior, associada a náuseas e vômitos, negando foto/fonofobia ou febre, não apresentando déficits motores ou sensitivos. A Tomografia de Crânio evidenciou hipodensidade em cápsula interna esquerda crônica e em Ressonância Magnética, hipersinal em Flair em região de lentiforme à direita e discreto espessamento meníngeo próximo à região parietal esquerda. Apresentou sorologias positivas em líquor para Toxoplasmose e Citomegalovírus. Durante internação hospitalar, iniciou-se tratamento com Sulfadiazina, Pimimetamina e Ácido Folínico, sendo suspensas as drogas imunossupressoras e substituídas por Mesalazina. Evoluiu satisfatoriamente, recebendo alta com melhora do quadro álgico para acompanhamento ambulatorial. Em seguimento, realizou nova colonoscopia, que evidenciou retração cicatricial junto à válvula ileocecal, pseudopólipos e ulcerações planas em íleo terminal, de até um centímetro, recobertas por fibrina, sem doença colônica, optando-se pela manutenção da Mesalazina. Discussão: Devido à necessidade frequente do uso de drogas imunossupressoras durante o manejo da DII, os pacientes ficam expostos à infecções oportunistas, devido ao comprometimento da função imune dos hospedeiros. A doença oportunista mais relatada com o uso de agentes imunobiológicos é a tuberculose e poucos são os casos relatados de neurotoxoplasmose em pacientes com DII em uso de terapia imunológica. Conclusão: Com o aumento do manejo da DII com o uso de agentes imunossupressores, há a necessidade de se aprimorar o reconhecimento e manejo de patologias oportunistas. |
| Starting Page | 107 |
| Ending Page | 108 |
| Page Count | 2 |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.1016/j.jcol.2018.08.231 |
| Volume Number | 38 |
| Alternate Webpage(s) | http://jcol.elsevier.es/index.php?p=revista&pii=S2237936318303411&tipo=pdf-simple |
| Alternate Webpage(s) | https://jcol.elsevier.es/index.php?p=revista&pii=S2237936318303411&tipo=pdf-simple |
| Alternate Webpage(s) | https://doi.org/10.1016/j.jcol.2018.08.231 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |