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Relação Entre a Variabilidade Da Frenquência Cardíaca E Índices Antropométricos Relacionados Ao Risco De Doenças Cardiovascular
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Amaro, Alexandre Slowetzky Landi, Camila De Meirelles Pinheiro, Marcia Nacif Costa, Ana Paula Pimentel Junior, Arcenio José Ferreira Corrêa, Sonia Cavalcanti |
| Copyright Year | 2017 |
| Abstract | 1 INTRODUCAO A Variabilidade da Frequencia Cardiaca (VFC), que corresponde ao intervalo de tempo entre os batimentos cardiacos consecutivos (RR), e uma ferramenta simples e eficiente para avaliar as flutuacoes do sistema nervoso autonomo cardiaco (TASK FORCE, 1996). Varios estudos tem demonstrado o poder prognostico da VFC para o risco de doencas cardiovasculares (HADASE et al., 2004). Ainda mais simples, os indices derivados das medidas antropometricas predizem satisfatoriamente o risco para doencas cardiovasculares. Os indices mais populares sao o indice de massa corporal (IMC), a razao cintura quadril (RCQ) e o indice de conicidade (IC) (PITANGA; LESSA, 2005). A relacao entre estes metodos, VFC e antropometricos, tem sido pouco explorada ate o momento. Assim, para contribuir com as discussoes a cerca do tema, o objetivo do presente estudo e avaliar a relacao entre a VFC e os indices derivados das medidas antropometricas. 2 METODOLOGIA Participaram deste estudo 103 colaboradores da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), de ambos os sexos (73M/30H) e com idade entre 18 e 74 anos (39,66±10,21). O protocolo de avaliacao consistia de questionario sociodemografico, avaliacao antropometrica e de composicao corporal, afericao da pressao arterial e avaliacao da variabilidade da frequencia cardiaca (VFC). As medidas antropometricas e porcentagem de gordura corporal (protocolo de 3 dobras) foram aferidas seguindo as recomendacoes da ACSM (2014). A Pressao arterial sistolica (PAS) e diastolica (PAD) foi aferida no inicio e apos a avaliacao da VFC utilizando o equipamento da G-TECH, modelo ACMNP-1. Para a avaliacao da VFC, foram utilizados os dispositivos de telemetria H7 e o monitor de frequencia cardiaca V800, ambos da Polar® (GILES; DRAPER; NEIL, 2016). A VFC foi aferida por 15 minutos com o participante repousando em decubito dorsal (TASK FORCE, 1996). Os dados coletados foram transferidos para o software Polar Flow (Polar®) e posteriormente, os ultimos 5 minutos dos dados coletados foram analisados no software Kubios (TARVAINEN et al., 2014). Foram analisados os indices do dominio do tempo (frequencia cardiaca media [FCm], intervalo RR, SDNN, rMSSD, NN50 e pNN50) e da frequencia (LF, HF, Potencia Total e LF/HF) (TASK FORCE, 1996). O software da IBM, SPSS versao 21 foi utilizado para a analise estatistica. Foi computado o valor medio da PAS e PAD. Os indices que apresentaram distribuicao assimetrica (skewness, 1) (SDNN, rMSSD, NN50, pNN50, LF, HF, Potencia Total, LF/HF e PAS) foram transformados em log natural (Ln). Diferencas entre sexo foi avaliada com o Teste t para amostra independente. Teste de correlacao de Pearson foi utilizado para avaliar a relacao entre as variaveis. Nivel de significância foi acento quanto p < 0,05. 3 RESULTADOS O teste t para amostras independentes revelou diferencas significativas (p < 0,03 foi o maior valor alcancado) entre sexo em quase todas as variaveis analisadas, excecao ao IMC [t (101) = - 0,240; p = 0,811], HF Ln [t (101) = 1,62; p = 0,108], a PAS Ln [t (98) = 1,783; p = 0,78] e a PAD [t (98) = 0,96; p = 0,924]. As mulheres tinham maior pGC que os homens [M = 34,8±14,59; H = 10,98±6,6; t(96,9) = - 11,27; p < 0,001]. Os participantes com maior grau de escolaridade (≥ a formacao superior) apresentavam mais alta FCm [t (101) = - 2,041; p = 0,044]) e menor intervalo RR [t (101) = 2,153; p = 0,034]. Teste de correlacao de Pearson relevou que o IMC apresentava relacao negativa com o intervalo RR (r = - 0, 262; p = 0,008), o SDNN Ln (r = - 0,204; p = 0,039), o rMSSD Ln (r = - 0,222; p = 0,024), o LF Ln (r = - 0,219; p = 0,026), o HF Ln (r = - 0,226; p = 0,022), a Potencia Total Ln (r = - 0,212; p = 0,031) e correlacao positiva com PAD (r = 0,312; p = 0,002) e PAS Ln (r = 0,253; p = 0,011). A RCQ apresentou correlacao positiva com a PAD (r = 0,329; p = 0,001) e PAS Ln (r = 0,360; p < 0,001). O IC apresentou correlacao positiva com a PAD (r = 0,357; p < 0,001) e PAS Ln (r = 0,313; p = 0,002). O pGC apresentou correlacao negativa com o intervalo RR (r = - 0,446; p < 0,001), o SDNN Ln (r = - 0,335; p = 0,001), o rMSSD Ln (r = - 0,300; p = 0,002), a pNN50 (r = - 0,437; p < 0,001), a HF Ln (r = - 0,262; p < 0,009), a LF Ln (r = - 0,358; p < 0,001), Potencia Total Ln (r = - 0,301; p < 0,002) e correlacao positiva com a FCm (r = 0,438; p < 0,001) e PAD (r = 0,242; p = 0,017). 4 CONSIDERACOES FINAIS O pGC e o IMC foram os indices que mais apresentaram correlacao com os indices da VFC (reduzido SDNN, rMSSD, Potencia Total, LF, HF e elevada PAS e PAD), demonstrando o efeito deleterio do acumulo de gordura sobre a atividade autonomica cardiaca. Diferente do esperado, o IC apresentou correlacao positiva somente com a PAS e PAD. Neste estudo, as mulheres sao o grupo de maior risco de desenvolver doencas cardiovasculares. 5 REFERENCIAS AMERICAN COLLEGUE SPORTS & MEDICINE. Diretrizes do ACSM: Para os testes de esforco e sua prescricao. 9. ed. Rio de Janeiro: GUANABARA KOOGAN LTDA, 2014. GILES, D.; DRAPER, N.; NEIL, W. Validity of the Polar V800 heart rate monitor to measure RR intervals at rest. European Journal of Applied Physiology, 2016. HADASE, M. et al. Very Low Frequency Power of Heart Rate Variability is a Powerful Predictor of Clinical Prognosis in Patients With Congestive Heart Failure. Circulation, v. 68, n. April, p. 343–347, 2004. PITANGA, F. J. G.; LESSA, I. Anthropometric indexes of obesity as an instrument of screening for high coronary risk in adults in the city of Salvador--Bahia. Arquivos brasileiros de cardiologia, v. 85, n. 1, p. 26–31, 2005. TARVAINEN, M. P. et al. Kubios HRV - Heart rate variability analysis software. Computer Methods and Programs in Biomedicine, v. 113, n. 1, p. 210–220, 2014. TASK FORCE. Heart Rate Variability: Standards of Measurement, Physicological Interpretation, and Clinical Use. European Heart Journal, v. 17, p. 354–381, 1996. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | http://congressos.cbce.org.br/index.php/conbrace2017/7conice/paper/viewFile/9805/4638 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |