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Efeito hepatoprotetor causado pelo 3-alquinil selenofeno contra o dano oxidativo induzido por agentes químicos em ratos
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Wilhelm, Ethel A. |
| Copyright Year | 2009 |
| Abstract | O figado apresenta extraordinaria pluralidade funcional, destacando-se no controle de producao de energia, defesa imunologica e reserva volemica. No meio ambiente e ocupacionalmente, o ser humano esta exposto a uma variedade de compostos hepatotoxicos, como por exemplo, no uso de tintas e seus derivados (2-nitropropano, 2- NP), reagentes quimicos (tetracloreto de carbono, CCl4) e na exposicao ao cigarro (2-NP). Portanto, e interessante o estudo de terapias que previnam ou ate mesmo revertam a intoxicacao causada por estes compostos. Considerando que as especies reativas de oxigenio (EROs) apresentam importante papel sobre diversas patologias, em especial nas doencas hepaticas, o uso de terapias antioxidantes deve ser considerada. Neste contexto, destacam-se os compostos heterociclicos contendo selenio em sua estrutura. Deste modo, neste estudo investigou-se a atividade antioxidante de 3-alquinil selenofenos em modelos de dano oxidativo in vitro e ex vivo em ratos (Wistar, machos, pesando entre 200 300 g). Para esse fim, testou-se uma classe de compostos 3-alquinil selenofeno, com diferentes substituicoes na estrutura quimica, com o objetivo de avaliar o perfil antioxidante e seu possivel efeito toxico in vitro em ratos. Como resultado, 3- alquinil selenofenos tiveram atividade antioxidante, porem esta atividade foi dependente da presenca de um alquino terminal na molecula ou da facil conversao da molecula a um alquino terminal. Alem disso, o possivel efeito toxico dos 3-alquinil selenofenos foi avaliado atraves da atividade da enzima δ-aminolevulinato desidratase (δ-ALA-D) in vitro. Os resultados obtidos demonstraram que nenhum dos 3-alquinil selenofenos testados inibiu a atividade desta enzima, sugerindo que esta classe de compostos nao apresentou toxicidade sobre a atividade da δ-ALA-D. A partir destes resultados, selecionou-se o selenofeno h (que obteve melhor atividade antioxidante in vitro) para a avaliacao do seu efeito protetor contra o dano oxidativo induzido por 2-NP e CCl4 em ratos (ex vivo). O selenofeno h (25 mg/kg) protegeu contra o aumento dos marcadores de dano hepatico (aspartato aminotranferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT)) e de estresse oxidativo induzidos pela administracao do 2-NP. O 2-NP induziu alteracoes microscopicas avaliadas por inspecoes histopatologicas as quais foram protegidas pelo composto. O selenofeno h demonstrou efeito protetor contra o aumento da peroxidacao lipidica e inibicao da atividade da δ-ALA-D nos animais tratados com 2-NP. Alem disso, o selenofeno h protegeu contra o dano oxidativo induzido pelo CCl4 em ratos. Uma unica dose de CCl4 causou significante hepatotoxicidade, evidenciada por elevacao da atividade plasmatica das enzimas AST e ALT, aumento da incidencia de lesoes histopatologicas, aumento dos niveis de peroxidacao lipidica e da atividade da enzima glutationa-S-transferase (GST), bem como diminuicao dos niveis de acido ascorbico e da atividade das enzimas catalase e δ-ALA-D. A partir dos resultados demonstrados, verificou-se que o… |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/11099/ETHELANTUNESWILHELM.pdf?isAllowed=y&sequence=1 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |