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Nitrato e amônio em arroz de terras altas.
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Guimarães, Cleber Morais Stone, Luís Fernando Rodrigues, Cassia Aparecida |
| Copyright Year | 2006 |
| Abstract | INTRODUÇÃO: O arroz de terras altas, ao contrário de muitas outras culturas, desenvolve-se melhor nas “terras novas”, devendo ser substituído a cada dois anos por outra cultura ou deixar a área em pousio. Algumas hipóteses tentam explicar o fato, como alelopatia, aumento da incidência de pragas, notadamente cupins, e degradação química do solo. Conforme a revisão apresentada por Guimarães & Bevitori (1999), a hipótese da causa ser os ácidos fenólicos, excretados pelo sistema radicular do arroz, tem pouca consistência, pois esses são degradados pela atividade microbiana, como também, lixiviados. São bastantes as evidências do aumento dos cupins fitófagos nas monoculturas do arroz de terras altas, entretanto isso não é suficiente para explicar o agravamento dos sintomas da “doença do solo”, conforme definido por Ventura et al. (1984), com a intensificação do cultivo do arroz de terras altas durante anos após anos na mesma área. Por outro lado, sabe-se que a aração do solo aumenta sua aeração, pelo aumento da sua macroporosidade, o que intensifica a atividade microbiana aeróbica, aquela que atua diretamente sobre o nitrogênio amoniacal, N-NH4, produzido através da amonificação, por microorganismos não específicos, tanto aeróbicos como anaeróbicos. A oxidação do N-NH4 + a nitrogênio nítrico, N-NO3 , ocorre em dois passos; a nitritação, pelas bactérias do gênero Nitrossomonas e a nitratação, pelas bactérias do gênero Nitrobacter. Há de se considerar que os processos, tanto de amonificação como de nitrificação, são muito ativos no primeiro ano de cultivo na “terra nova”, resultando em altas produtividades, diminuindo de intensidade nos anos subseqüentes pela redução da matéria orgânica facilmente oxidável presente no solo, resultando em produtividade de grãos não rentável economicamente. Esse processo, muitas vezes, pode ser revertido com a aplicação de N (Soares, 2004), principalmente, na forma amoniacal. Explica-se o fato pela planta de arroz ser ineficiente na redução do N-NO3 , principalmente na sua fase inicial de desenvolvimento. O processo é agravado por demandar energia e competir por essa na redução do CO2,, principalmente, nos dias de baixa intensidade luminosa. Considerando-se o exposto, conduziu-se este trabalho para verificar o efeito do NNH4e do N-NO3 no crescimento de plantas de arroz de terras altas. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | https://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/214096/1/CBCTRAB734.pdf |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |