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Capital social, risco relacional, proatividade e transformação em alianças estratégicas contratuais: um estudo na indústria farmacêutica brasileira
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Ayres, Rosane Maria Soligo De Mello |
| Copyright Year | 2016 |
| Abstract | Este estudo tem como principal objetivo descrever a relacao entre os construtos capital social, risco relacional, proatividade e transformacao em aliancas estrategicas. O interesse e verificar se o Capital Social e o Risco Relacional influenciam na execucao das rotinas de Proatividade e de Transformacao em Aliancas, as quais sao bem pouco exploradas na teoria e na pratica da gestao de aliancas. Por meio de questionario e entrevista estruturada foram coletados dados primarios junto aos gestores ou participantes diretos no processo de gestao de aliancas. Considerando que o objeto da pesquisa sao as aliancas estrategicas contratuais, a populacao-alvo e composta por empresas da industria farmaceutica brasileira e de outros setores proximos que se relacionam com a industria por meio de parcerias. Na amostra as empresas que atuam na industria farmaceutica exercem atividades em diferentes segmentos, tais como: laboratorio farmaceutico, biotecnologia, farmacoquimico; e as empresas parceiras atuantes em outros setores sao as redes de farmacia (distribuidor) e os institutos de pesquisa. As empresas estao localizadas nos estados de Sao Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Parana e Pernambuco. Para esquematizar a teoria proposta foi elaborado um modelo estrutural, composto das relacoes entre os construtos, e um modelo de mensuracao, composto das variaveis latentes (construtos) e das variaveis observaveis. Para testar e analisar as relacoes procedeu-se a tecnica de analise de Modelagem de Equacoes Estruturais - MEE, processada pelo metodo de estimacao Partial Least Squares (PLS). Os resultados obtidos mostraram que o Capital Social exerce influencia sobre o Risco Relacional percebido pelos gestores das aliancas e sobre a Proatividade e a Transformacao em Aliancas. Porem, sob o efeito moderador do Risco Relacional o Capital Social reduz a execucao das rotinas de Proatividade e de Transformacao em Aliancas. O Risco Relacional, por si so, nao se mostrou capaz de influenciar a execucao das rotinas. As analises das relacoes discutidas neste trabalho propiciaram contribuicoes teoricas, metodologicas e para a pratica de gestao de aliancas das empresas atuantes na industria farmaceutica brasileira. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | http://tede.mackenzie.br/jspui/bitstream/tede/3162/5/Rosane%20Maria%20Soligo%20de%20Mello%20Ayres.pdf |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |