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A interceptação telefônica como meio de obtenção de provas e a (in)validade da prova obtida fortuitamente
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Mollmann, Tatiane Colli, Maciel |
| Copyright Year | 2011 |
| Abstract | O presente artigo busca analisar admissibilidade das provas obtidas por meio de interceptacao telefonica nos casos de encontro fortuito ou casual de crimes. A Constituicao Federal garante a inviolabilidade das comunicacoes telefonicas, porem, abriu precedentes para a possibilidade da violacao nos casos de investigacao criminal ou instrucao processual penal; com isso adveio a Lei n. 9.296/96, a fim de regulamentar a materia. Essa norma que disciplina as interceptacoes das comunicacoes telefonicas preve requisitos para que essa violacao ao sigilo seja valida e licita, entre os quais, a descricao com clareza da situacao objeto da investigacao e a indicacao e qualificacao dos investigados. Com isso surgem divergencias em relacao a admissibilidade dessa prova encontrada de maneira eventual, cuja autorizacao que deferiu tal medida nao alcanca essas situacoes novas. Este estudo pretende abordar esses entendimentos divergentes, procurando analisar a medida mais razoavel e adequada a ser tomada e que menos invade o direito a inviolabilidade das comunicacoes. Palavras-chave: Interceptacao telefonica. Prova fortuita. |
| Starting Page | 7 |
| Ending Page | 14 |
| Page Count | 8 |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Volume Number | 2 |
| Alternate Webpage(s) | http://editora.unoesc.edu.br/index.php/acsa/article/download/587/pdf_156 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |