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Reação de genótipos de soja a Macrophomina phaseolina.
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Costamilan, Leila Maria Bertagnolli, Paulo Fernando Panisson, Fernando |
| Copyright Year | 2018 |
| Abstract | Macrophomina phaseolina, agente causal da podridão cinza da raiz de soja, ocorre de forma generalizada em lavouras sob estresse hídrico. Dados de 2006 apontam perda de 2 milhões de toneladas de grãos atribuída à doença, incluindo Argentina, Brasil e Estados Unidos da América (HARTMAN, 2015). Os sintomas característicos são apodrecimento radicular e murcha foliar, principalmente durante períodos de clima seco e quente, acarretando em maturação antecipada e formação incompleta de grãos (MENGISTU et al., 2015). As raízes apresentam a epiderme solta, deixando à mostra pontuações negras, que se constituem nas estruturas de resistência do fungo, os microesclerócios (ALMEIDA et al., 2014). Não há cultivares comerciais resistentes a esta doença, embora genótipos moderadamente tolerantes tenham sido identificados (MENGISTU et al., 2011). O objetivo deste trabalho foi avaliar a reação de linhagens de soja, do programa de melhoramento genético da Embrapa Trigo, à inoculação artificial de M. phaseolina. Um isolado monospórico de M. phaseolina de alta severidade, denominado CX, mantido na Embrapa Trigo, foi utilizado neste ensaio (COSTAMILAN et al., 2015). O isolamento foi realizado em meio de cultura batata-dextrose-ágar (BDA), acrescido de sulfato de estreptomicina (0,12 g/1000 mL de BDA). A manutenção ocorreu em meio BDA, em temperatura de 5 °C. Seis sementes de cada um dos 12 genótipos de soja, componentes do ensaio de Valor de Cultivo e Uso (VCU) 2017/2018, além de 5 testemunhas com melhor comportamento à doença (COSTAMILAN et al., 2017) foram semeadas em potes plásticos (capacidade de 500 mL), em mistura de terra adubada, conforme a necessidade, e substrato vegetal (v/v). A lista de genótipos testados encontra-se na Tabela 1. Foram preparados cinco potes por genótipo, mantidos em casa de vegetação, com temperatura variando entre 25 °C e 30 °C, com adubação conforme a necessidade, e mantendo-se três plantas por pote. A inoculação ocorreu seis semanas após a semeadura, pelo método do disco de micélio de M. phaseolina posicionado sobre haste de soja cortada logo abaixo do primeiro nó trifoliolado (TWIZEYIMANA et al., 2012). Foram utilizadas colônias de sete dias que, no momento da inoculação, foram retiradas da placa de petri e reposicionadas com a superfície da colônia em contato com o fundo da placa. Bases de ponteira de micropipeta (capacidade de 200 μL) foram pressionadas contra a superfície das bordas do meio de cultura BDA contendo a colônia do fungo, recortando-o e mantendo um disco de micélio e meio de cultura em seu interior. Cada ponteira foi, então, posicionada sobre a haste de soja cortada, promovendo o contato entre o disco e o tecido da planta. As ponteiras foram retiradas três dias após a inoculação. A primeira avaliação da extensão de tecido doente em cada haste ocorreu dois dias após, e foi repetida em intervalos de três ou quatro dias, durante 15 dias. Em cada avaliação, foi medida a extensão da lesão (tecido marrom) a partir do ponto de corte da haste. Durante o experimento, as plantas foram mantidas em casa de vegetação com temperatura diurna média de 30 oC. Os dados de medição do tamanho de lesão foram usados para cálculo da severidade da doença, integralizada como área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) (MADDEN et al., 2007), pela fórmula: |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1092891/1/ID443482018CBSoja8p506.pdf |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |