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Usina Flex: comparação dos desempenhos ambiental e energético do etanol de cana-de-açúcar, milho e sorgo.
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Donke, A. C. G. Viñas, Ramón Matsuura, Marília Ieda Da Silveira Folegatti Matai, Patrícia Helena Lara Dos Santos Kulay, L. Júnior |
| Copyright Year | 2017 |
| Abstract | Resumo: O etanol esta consolidado como combustivel para movimentacao de veiculos leves e, nos ultimos 40 anos, apenas a cultura de cana-de-acucar foi explorada comercialmente para a producao deste combustivel. Por outro lado, o desenvolvimento agricola vem proporcionando safras recordes de graos nas ultimas decadas. A producao de milho se destaca pelo aumento da produtividade, podendo ser semeado como cultura principal ou como cultura de inverno em rotacao com a soja. O sorgo, por sua vez, pode atuar como um substituto do milho, apresentando maior rusticidade e tolerância a seca. Dada essa conjuntura, usinas de etanol do Mato Grosso se associaram a produtores de milho e sorgo para incluir novas materias-primas no processo de producao de combustiveis, compartilhando uma mesma unidade industrial, denominada Usina Flex. O objetivo deste trabalho foi realizar a avaliacao do desempenho ambiental e energetico do etanol de cana-de-acucar, de milho e de sorgo produzidos no contexto supramencionado, atraves do levantamento de emissoes de gases de efeito estufa (GEE) e do levantamento do retorno energetico, segundo a abordagem do ciclo de vida. A unidade funcional do estudo foi 1 m³ de etanol hidratado e o sistema de produto incluiu a producao de insumos, producao da materia-prima agricola, producao de etanol, cogeracao e etapas de transporte. Para a etapa agricola da producao foram consideradas emissoes causadas por uso de fertilizantes e vinhaca e restos culturais deixados no campo, pela queima de combustivel em operacoes mecanizadas, pela queima da palhada (no caso da cana), alem das emissoes em decorrencia de mudanca do uso da terra (MUT), calculadas segundo diretiva da Comissao Europeia. Para a etapa industrial, foram consideradas as emissoes decorrentes da fermentacao e da queima de biomassa para a cogeracao energetica. Alem destas, considerou-se as emissoes das etapas de transporte. Os resultados em termos de emissoes de GEE foram 1.380 kg CO2 eq para o etanol de cana-de-acucar, 1.460 kg CO2 eq para o etanol de milho e 2.180 kg CO2 eq para o etanol de sorgo, sendo que as emissoes decorrentes da MUT representam entre 71% e 88% destes resultados. O retorno energetico foi obtido pela relacao entre a energia disponibilizada pelo combustivel e a energia fossil consumida em seu processo. O etanol de cana-de-acucar disponibilizou 9,84 unidades de energia para cada unidade consumida na forma de energia fossil, o etanol de milho disponibilizou 6,01 e o etanol de sorgo disponibilizou 7,16. Estes resultados sao preâmbulos para analises mais amplas, considerando que a pesquisa segue em evolucao. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1064075/1/2016AA24.pdf |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |