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Saúde Na Escola: Possibilidades E Desafios No Enfrentamento Das Violências
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Oliveira, Natállia Boff De Londero, Deborah Luíza Christ Grigio, Johana Melo, Myriam De Oliveira Weigel, Nathalia Soares, Luísa Alves, Gehysa Guimarães Silva, Ângela Maria Falcão, Eliete Ribeiro |
| Copyright Year | 2018 |
| Abstract | A pesquisa “Saude na Escola: o enfrentamento das violencias” surge em meio ao cenario contemporâneo, onde as praticas sociais estao cada vez mais permeadas pelas multiplas formas de violencia. Na medida em que, no Brasil, a violacao dos direitos e a violencia sao naturalizadas, seja pela exposicao ou participacao, acaba impactando a vida de todos os sujeitos expostos a ela. O objetivo e conhecer sobre as violencias no contexto escolar e de que forma essas praticas sao compreendidas pelos diferentes sujeitos (escolares, professores e corpo diretivo) em duas escolas estaduais de um municipio da Regiao Metropolitana de Porto Alegre/RS. O estudo obteve autorizacao das escolas e parecer favoravel do Comite de Etica em Pesquisa da ULBRA, sob o numero 2.175.398, em julho de 2017. O estudo e descritivo, de serie de casos, com abordagem qualitativa, envolvendo 60 alunos e 14 professores. A pesquisa dispoe de um questionario autoaplicado, observacao nao participante, diario de campo e pesquisa bibliografica. A partir da coleta de dados nas duas escolas estaduais de um municipio da Regiao Metropolitana de Porto Alegre/RS, foram constatados obstaculos para a aplicabilidade de uma politica efetiva na prevencao as violencias, na medida em que a escola e atravessada por uma serie de demandas que extrapolam os curriculos. Os professores demonstraram falta de conhecimento sobre os diferentes tipos de violencia, alem de uma resistencia inicial ao preenchimento do questionario e inicialmente ate reticentes se os resultados desse projeto de pesquisa irao ou nao promover melhorias em seu ambiente de trabalho e no desempenho das suas atividades. No final do ano de 2017 apos o periodo de paralisacao ocorreu a supressao de debate, pois os conteudos primordiais foram priorizados em detrimento das tematicas sociais em sala de aula. Isso e constatado pela sensacao de impotencia por parte dos professores com relacao as ofensas e gestos obscenos, da ideia de pedir remanejo, das tratativas a cada episodio de violencia na busca de uma postura empatica por parte dos perpetuadores. Com relacao aos alunos a percepcao que a escola nao atua para dirimir tais situacoes, pois por vezes envolve a escassez de professores e boa parte releva para nao criar uma maior tensao nas relacoes em sala de aula. Desse modo, nossas conclusoes sao que, embora todos os avancos obtidos por meio das legislacoes e normativos brasileiras no campo de respostas estatais ao problema, ainda carecemos de acoes concretas e efetivas para a coibicao da violencia. Portanto, essas informacoes poderao auxiliar o pedagogico no delineamento de programas ou acoes preventivas de acompanhamento ao trabalho dos professores e rever os planos de aula como oportunidade para melhorar o debate desenvolvido no contexto escolar sobre o impacto das violencias na saude de todos os implicados. |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Alternate Webpage(s) | http://www.conferencias.ulbra.br/index.php/sic/sic24/paper/viewFile/11521/4906 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |