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Construindo a relação entre funções executivas e mecânicas de jogos digitais
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Krause, Katiane Kazuza Gneipel Gasparini, Isabela Hounsell, Marcelo Da Silva |
| Copyright Year | 2019 |
| Abstract | Executive functions are cognitive abilities related to school success and behavior management. Based on the systematic review process 32 works that involving the study of the impact of digital games on executive functions, construction and validation of the evaluation instruments and training through digital games have been identified. This review was able to identify 22 digital game mechanics to used develop executive components. Although none of the games were educational ones, nine were aimed at to promoting executive skills in scholars. This research shows that game mechanics are game elements capable of explaining how digital games develop executive functions. Resumo. As funções executivas são habilidades cognitivas relacionadas com o sucesso escolar e gestão do comportamento. Baseado no processo de revisão sistemática, identificou-se 32 pesquisas envolvendo o estudo do impacto dos jogos digitais nas funções executivas, construção e validação de instrumento de avaliação e treinamento por meio de jogos digitais. Foram delimitadas 22 mecânicas de jogos digitais utilizadas para desenvolver componentes executivos. Apesar de nenhum dos estudos serem jogos educacionais (ensino de conteúdo), 9 estavam voltados para promoção de habilidades executivas em escolares. Esta pesquisa mostra que mecânicas do jogo são elementos de jogos digitais que desenvolvem as funções executivas. 1. Introdução Desenvolver soluções, decidir, aguardar a vez de fala, manter-se focado, executar cálculos, aprender segunda língua ou estudar são tarefas de alta complexidade para o cérebro, pois requerem autocontrole e gerenciamento da atenção [Katz, 2008]. Por volta dos três anos de idade e com pico de maturação entre os cinco e sete anos, nosso cérebro desenvolve a capacidade de gerir nossas ações de maneira menos impulsiva e reativa, possibilitando melhor autocontrole durante a execução de tarefas [Diamond, 2013]. Todavia, ser capaz não significa ser hábil, estando nosso desempenho atrelado ao tipo e frequência das experiências a que nos expomos [Kuhn, 2006]. Baixa habilidade nessas funções está associada a condições de abuso de substâncias, agressividade, improdutividade e volatilidade no emprego [Zelazo, 2016]. Ademais, considera-se o sucesso escolar mais dependente das funções executivas do que o quociente de inteligência [Blair; Razza, 2007; Morrison et al, 2010], podendo predizer o desempenho em matemática e linguagem [Borella et al, 2010; Duncan et al, 2007]. Parte do que aprendemos requer que o cérebro formule um plano de ação baseado na experiência pregressa e, simultaneamente, se adapte a situação alvo; sendo DOI: 10.5753/cbie.sbie.2019.1082 1082 Anais do XXX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2019) VIII Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2019) |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| DOI | 10.5753/cbie.sbie.2019.1082 |
| Alternate Webpage(s) | https://br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/download/8836/6394 |
| Alternate Webpage(s) | https://doi.org/10.5753/cbie.sbie.2019.1082 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |