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Adesão da enfermagem ao protocolo de infecção de corrente sanguínea
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Crivelaro, Natiele Contrin, Lígia Márcia Beccaria, Lúcia Marinilza Frutuoso, Isabela Shumaher Silveira, Ana Maria Rodrigues Da Werneck, Alexandre Lins |
| Copyright Year | 2018 |
| Abstract | Objective: to verify the adherence of the nursing team to the protocol of bloodstream infection in patients using intravascular catheters. Method: a quantitative, field, cross-sectional, observational and descriptive study was carried out in a special teaching hospital in six intensive care units. Nurses' checklists were used at the bedside, in the morning, afternoon and evening shifts, from May to August, 2017. Initial (baseline) characteristics were described with counts (%), averages (SD) or medians (IQR) when appropriate. Results: it was verified, in relation to the central venous catheter / peripheral venous access dressing, that 866 (91.64%) were correctly identified and 22 (2.33%) were dirty; 803 (84.97%) were correctly fixed and 11 (1.06%) were wet. Regarding identification, the teams were correct (n = 647; 68.47%) and the colored ribbons were present in 643 (68.04%). During ICU stay, 20 (2.12%) patients had bloodstream infection related to the use of a central catheter. Conclusion: high adherence of the nursing team to the protocol and low index of bloodstream infection related to the central venous catheter when compared with the literature. Descriptors: Nursing team; Clinical Protocols; Blood flow; Patient safety; Catheter-Related Infections. Descriptors: Nursing, Team; Clinical Protocols; Blood Circulation; Catheter-Related Infections; Patient Safety. RESUMEN Objetivo: verificar la adhesión del equipo de Enfermería al protocolo de infección de flujo sanguíneo en pacientes en uso de catéteres intravasculares. Método: estudio cuantitativo, de campo, transversal, observacional y descriptivo, desarrollado en un hospital de enseñanza de porte especial, en seis unidades de terapia intensiva. Se utilizaron checklists rellenados por enfermeros al borde del lecho, en los turnos matutino, vespertino y nocturno, de mayo a agosto de 2017. Las características iniciales (basales) se describieron con recuentos (%), medias (DP) o medianas (IQR) cuando adecuadas. Resultados: se verificó, en relación al curativo del catéter venoso central / acceso venoso periférico, que 866 (91,64%) estaban identificados correctamente y 22 (2,33%) estaban sucios; 803 (84,97%) estaban fijados de forma correcta y 11 (1,06%) estaban húmedos. En cuanto a la identificación, los equipos eran correctos (n = 647; 68,47%) y las cintas coloreadas estaban presentes en 643 (68,04%). Durante la permanencia en la UTI, 20 (2,12%) pacientes tuvieron infección de corriente sanguínea relacionada al uso de catéter central. Conclusión: se constató alta adhesión del equipo de Enfermería al protocolo y bajo índice de infección de corriente sanguínea relacionada al catéter venoso central en comparación con la literatura. Descriptores: Grupo de Enfermería, Protocolos Clínicos, Circulación Sanguínea; Seguridad del Paciente, Infecciones Relacionadas a Cateter. Aperfeiçoanda, Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP, Brasil. E-mail: natielecrivelaro1234@gmail.com ORCID iD: http://orcid.org/0000-0002-7388-4877; Doutores, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP. São José do Rio Preto (SP), Brasil. E-mail: ligiacontrin@famerp.br ORCID iD: http://orcid.org/0000-0003-1897-2097. E-mail: lucia@famerp.br ORCID iD: http://orcid.org/0000-0002-6299-4130; Mestranda, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP. São José do Rio Preto (SP), Brasil. E-mail: isabelashumaher@gmail.com ORCID iD: http://orcid.org/0000-0001-8852-0294;Doutoranda, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP. São José do Rio Preto (SP), Brasil. E-mail: anasilveira@famerp.br ORCID iD: https://orcid.org/0000-0003-36567802; Doutor, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP. São José do Rio Preto (SP), Brasil. E-mail: alexandre.werneck@famerp.br ORCID iD: http://orcid.org/0000-0002-2911-8091 ARTIGO ORIGINAL Crivelaro N, Contrin LM, Beccaria LM et al. Adesão da enfermagem ao protocolo de... Português/Inglês Rev enferm UFPE on line., Recife, 12(9):2361-7, set., 2018 2362 ISSN: 1981-8963 https://doi.org/10.5205/1981-8963-v12i9a234886p2361-2367-2018 Entende-se que protocolo é uma situação específica de assistência/cuidado que contém detalhes operacionais e especificações sobre o que, quem e como se faz, conduzindo os profissionais nas decisões da assistência para a prevenção, a recuperação ou a reabilitação da saúde. Devem ter boa qualidade formal, serem de fácil leitura, válidos, confiáveis, serem corretamente utilizados e comprovadamente efetivos. Tudo isso implica rigoroso processo de construção, adaptação à realidade local, além de seguimento por meio de indicadores de uso e efetividade. Sabe-se que um indicador assistencial está relacionado com as infecções de corrente sanguínea, cada vez mais representadas por fisiopatologias diferentes, além dos critérios diagnósticos, terapêuticos, prognósticos e implicações preventivas, por isso, consideradas multifatoriais. Estão atualmente associadas com a hospitalização em longo prazo, a ventilação mecânica, procedimentos invasivos, idade, imunossupressão, utilização de antibióticos, doenças de base e nutrição. Explica-se que as infecções primárias da corrente sanguínea (IPCS) são infecções sistêmicas graves, bacteremia ou sepse, sem foco primário detectável. A secundária é a ocorrência de hemocultura positiva ou sinais clínicos de sepse na presença de sinais de infecção em outro sítio. As demais infecções relacionadas ao acesso vascular são geralmente de menor gravidade do que as de corrente sanguínea. Acrescenta-se que o cateter venoso central (CVC) desempenha um papel importante no tratamento de pacientes hospitalizados, principalmente em estado crítico, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Esse dispositivo tem como finalidade obter parâmetros fisiológicos e serve para a administração de medicamentos, sangue e solução hidroeletrolítica. Entretanto, representa risco de complicações infecciosas. Dentre elas, a infecção local comprovada pela colonização do cateter e os episódios de infecção sistêmica que ocorrem como resultado direto da presença do dispositivo. Desde a manipulação até a sua remoção, a responsabilidade é do enfermeiro e de sua equipe. Portanto, há a necessidade de conhecimento, habilidades e treinamento para o manejo seguro dos dispositivos intravasculares. Informa-se que a ocorrência de eventos adversos (EA) tem um impacto significativo no Sistema Único de Saúde (SUS) acarretando o aumento na morbimortalidade, no tempo de tratamento dos pacientes e nos custos assistenciais, além de repercutir em outros campos da vida social e econômica do país. Lembra-se, então, que a segurança do paciente pode ser definida como o ato de evitar, prevenir ou melhorar os resultados adversos ou as lesões originadas no processo de atendimento médico-hospitalar e domiciliar. O foco da segurança do paciente é a preocupação com a magnitude da ocorrência de EA. Complementa-se que o dispositivo intravascular mais utilizado na UTI é o CVC, sendo responsável por 90,0% das ICS associadas aos cateteres. Nessas unidades, as taxas de infecção variam entre 18% e 54%, sendo aproximadamente cinco a dez vezes maiores do que em outra unidade de internação hospitalar, e suas taxas de mortalidade apresentam oscilações de 9% a 38% em decorrência de infecções. Verificar a adesão da equipe de Enfermagem ao protocolo de infecção de corrente sanguínea em pacientes em uso de cateteres intravasculares. Trata-se de estudo quantitativo, de campo, transversal, observacional e descritivo, desenvolvida em um hospital de ensino, de porte especial, do interior de São Paulo, em seis UTIs, sendo: Geral SUS (17 leitos), Neurológica (dez leitos), Convênio (23 leitos), Cardiológica (24 leitos), quinto andar SUS (20 leitos) e Unidade de Pós Operatório (dez leitos). Aplicaram-se, durante as visitas diárias multidisciplinares para a redução de eventos adversos, IRAS e de mortalidade em UTI, checklists para a coleta das informações, preenchidos por enfermeiros à beira do leito, no período de maio a agosto de 2017. Utilizaram-se, como referências, protocolos, normas e rotinas internas do Serviço de Enfermagem baseados no Programa Nacional de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde e nas recomendações de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Descreve-se que o checklist foi composto por 14 itens com ênfase na identificação dos equipos, identificações e condições dos curativos de acesso centrais e periféricos, identificações com fitas coloridas nas vias de acesso e o protocolo instituído foi o Protocolo de Controles de Infecção Relacionado à Assistência à Saúde (Infecção de Corrente Sanguínea). Elencaram-se, como critérios de inclusão, todos os pacientes adultos (≥18 anos) com INTRODUÇÃO |
| Starting Page | 2361 |
| Ending Page | 2367 |
| Page Count | 7 |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Volume Number | 12 |
| Alternate Webpage(s) | https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/download/234886/29920 |
| Language | English |
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| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |