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Conservação, ética e legislação brasileira: uma proposta integrada em defesa dos animais não-humanos
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Trajano, Eleonora Silveira, Luís Fábio |
| Copyright Year | 2008 |
| Abstract | animal em todos os aspectos do seu bem-estar (alojamento, nutrição, saúde, assistência médica, eutanásia humanitária). A incorporação desses fatores leva ao conhecido “3Rs” (reduction, replacement, refinement), que consiste numa prática experimental que leve à redução do número de animais, sua substituição (quando possível ou pertinente) e ao refinamento das técnicas usadas (1). Tendo isto em mente, é razoável inferir que a associação do saber científico com a implementação dos métodos humanitários levará a conclusões relativamente consensuais, finalizando ou minimizando o desgaste imposto pelo dilema da polarização. Ao aceitarmos a obtenção do saber científico + métodos humanitários como critério objetivo, desconstruiremos antigas convicções sobre o uso dos animais na experimentação e optamos pelo homem, sem exclusão da percepção dos animais de experimentação como seres sencientes. A ciência de animais de laboratório fornece subsídios para a melhoria na qualidade de criação e manutenção dos animais utilizados (na sua maioria roedores). As instituições de ensino e pesquisa, as sociedades científicas, o Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) constituem organizações que discutem preceitos éticos e de bem-estar animal na experimentação. Comitês de ética em experimentação animal existem dentro das instituições de ensino e pesquisa e exercem, com competência e autoridade, a análise de projetos de pesquisa e se ocupam de encontrar soluções para dilemas éticos e morais que possam advir do uso de animais na experimentação. Tais comitês, atentos ao bem-estar dos animais, despertam, cada vez mais e com maior amplitude, reflexões de ordem moral que permitem a nítida e necessária contraposição entre a deformidade do não-ético e a virtude do ético, fazendo com que, em toda e cada decisão no laboratório, optese pela segunda atitude, e não pela primeira. |
| Starting Page | 27 |
| Ending Page | 33 |
| Page Count | 7 |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Volume Number | 60 |
| Alternate Webpage(s) | http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v60n2/a14v60n2.pdf |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |