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Alimentação em prematuros de um Hospital Amigo da Criança
| Content Provider | Semantic Scholar |
|---|---|
| Author | Nunes, Janaína De Alencar Cunha, Maria Claudia |
| Copyright Year | 2012 |
| Abstract | * Doutoranda em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). ** Professora Titular do Departamento de Clínica Fonoaudiológica da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). Buscar o procedimento mais efetivo para oferecer a dieta para os recém-nascidos (RN) prematuros certamente é uma tarefa à qual fonoaudiólogos, e equipes de serviços neonatais em geral, vem se dedicando com vistas a favorecer o desenvolvimento motor oral desses prematuros e a relação mãe-bebê. O estudo de Scochi et al. (2010), ora aqui resenhado, aborda o desmame precoce do RN prematuro associado a um conjunto de aspectos que difi cultam a realização da sucção no seio materno: longo período de internação na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), estresse materno, falta de rotinas sistematizadas que incentivem o aleitamento materno precoce, e principalmente, pelas condições clinicas do RN prematuro. Cabe aqui ressaltar que pesquisas(1,2) evidenciam que há fatores controláveis pela equipe de saúde os quais podem minimizar/evitar o desmame precoce, como os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno(1) e a participação da mãe no Projeto Canguru(2). A partir da bibliografi a apresentada, observou-se que a técnica do copo é controversa. Desta forma, o artigo em análise é benvindo, pois as autoras destacam que possuem poucos estudos sobre as técnicas e vias de administração utilizadas durante o período de transição da alimentação láctea visando o aleitamento materno. Diante dessa constatação, elaboraram um estudo cujo objetivo foi caracterizar a transição da alimentação gástrica por via oral quanto à maturidade e peso do prematuro, vias e técnicas de administração e duração da transição até a alimentação exclusiva por via oral. Para isso, realizaram um estudo retrospectivo no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, que desde 2002 possui o título Hospital Amigo da Criança, que segundo a Organização de Saúde (OMS) e a UNICEF, tem o objetivo de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Foram selecionados 214 prematuros com base em um levantamento dos prontuários de RN assistidos nas unidades de cuidados intensivos e intermediários neonatais, no período de setembro de 2003 a agosto de 2004. Somente 116 atendiam os critérios de inclusão: idade gestacional menor que 37 semanas, admissão nas unidades neonatais, não ter recebido alimentação láctea enteral, alta hospitalar ocorrida no período defi nido para a coleta de dados, acompanhamento da da mãe durante a hospitalização e ausência de problemas neonatais e maternos que contraindicassem a amamentação materna. Em relação aos resultados do início da transição alimentar, predominaram as vias gástrica e oral simultaneamente (68,9%), com o leite administrado na gavagem e complementação da sucção no seio materno (36,2%) ou copo (19,8%). As pesquisadoras mencionam ainda que, o início da transição alimentar deu-se, preferencialmente, |
| File Format | PDF HTM / HTML |
| Volume Number | 24 |
| Alternate Webpage(s) | https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/download/13163/9696 |
| Language | English |
| Access Restriction | Open |
| Content Type | Text |
| Resource Type | Article |